O Charles criou uma teoria sobre as bandas gaúchas. É interessante, mas não vou descrevê-la aqui. Quem quiser que pergunte pra ele. Mas também não é sobre isso que gostaria de abordar. Mas só queria saber qual a razão da gauchada gostar tanto de mod? Bom, eu gosto, mas eu gosto do Al Green tocando Let stay together. É estranho, não sei direito como chegamos a isso. Outro lance que me intriga é porquê os caras gostam tanto da jovem guarda. Como antes eu tb acho bacana e tal, mas sei lá o tropicalismo é muito mais espetacular. Da mesma época tem também a bossa nova, que graças as malditas cópias mal feitas está se tornando música de elevador (ou já se tornou, sei lá). Queria que o pessoal me ajudasse a entender isso.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Histórias verdadeiras
Noite chuvosa e fria, típica do inverno serrano rio grandense, pós show, quando ele se aproxima da entrada do pitoresco bar, encontra um sujeito abraçado na sua natasha, já um tanto domado por ela
-E ai, só chove ou pinga?- pergunta nosso amigo músico.
- M-mas v-veja bem, não me entenda mal!- Responde o camarada cambaleante, engolido pela escuridão da noite.
ps. História baseada em fatos reais, adaptação LIVRE.
domingo, 24 de agosto de 2008
Nem quem é fã aguenta essa
Tudo bem que gosto de Bob Dylan. Mas dessa vez ele foi longe demais. Loiro e de chapinha!!!
Além de revolucionar a música nos anos 60, acredito que ele tenha lançado o estilo emo também.
A foto a seguir foi registrada no Festival de Cinema de Sundance em 2003.
Além de revolucionar a música nos anos 60, acredito que ele tenha lançado o estilo emo também.
Parece o Zé Bonitinho loiro! O pior de tudo é que não é montagem. Aqui está o link para a página onde encontrei esta pérola.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Fábulas urbanas
Parte 3
Os olhos não podem crer
Era o número da bomba de gasolina que o funcionário do posto gritava. "Dezesseis, dezesseis."
Gritava repetidas vezes. Dezesseis. Isso deveria lembrar alguma coisa. "Dezesseis, dezesseis." Mas o que poderia ser?
De repente, como se fosse um cometa que reparte o céu em dois, a porta se abre e um quase fantasma aparece. Com um vestido vermelho quase inconcebível, seus lábios úmidos e seus olhos desconfiados adentra à loja a loira cuja alma já estava perdida.
Sua voz, após um pequeno vacilo, escoa para fora: "Dorothy?"
Era o número da bomba de gasolina que o funcionário do posto gritava. "Dezesseis, dezesseis."
Gritava repetidas vezes. Dezesseis. Isso deveria lembrar alguma coisa. "Dezesseis, dezesseis." Mas o que poderia ser?
De repente, como se fosse um cometa que reparte o céu em dois, a porta se abre e um quase fantasma aparece. Com um vestido vermelho quase inconcebível, seus lábios úmidos e seus olhos desconfiados adentra à loja a loira cuja alma já estava perdida.
Sua voz, após um pequeno vacilo, escoa para fora: "Dorothy?"
NonSense nas Olimpíadas
Estive olhando o quadro de medalhas das Olimpíadas e reparei algo interessante. Se a NonSense fosse um país e se estívessemos competindo, neste exato momento estaríamos na 166º colocação.
Estaríamos melhor colocados do que países de grande tradição esportiva, como por exemplo: Palau, Samoa Americana, Santa Lúcia, Tonga e Turcomenistão.
Em relação à America do Sul estaríamos em ótima colocação, deixando para trás os fracos Paraguai, Peru, Uruguai e até a consagrada Venezuela!
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Fábulas urbanas
Parte 2
A hora errada
O sol queimava sua pele como nos dias em que havia ficado perdido no deserto. Mas desta vez, pensou, não estou sozinho. Correu para um posto de gasolina para se proteger do calor e dos capangas de J.B. Thomas que o perseguiam. "Malditos sejam".
Entrou na loja de conveniências e se escondeu por entre as prateleiras.
Sua visão entrecortada por um pacote de ração Shuffles para gatos e algumas garrafas de Springle's que estavam na promoção de terça-feira. Leve três, pague duas. Se não estivesse naquela esrascada teria aproveitado a oferta.
Dezesseis. Dezesseis.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
CENSURA JOINHA!!
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Fábulas urbanas
Ele parecia ancioso. Olhou o relógio como quem não acredita na realidade que se desenha à sua frente.
Pediu mais um uísque, "Gelo", disse ele. Acendeu o cigarro e pensou que este poderia ser o último. Lembrou do primeiro cigarro. Seu primo, um pouco mais velho do que ele, porém bem mais experiente, lhe ofereceu. Pensou em recusar, mas não queria se parecer com um moleque de fraldas. Tragou e quase morreu.
Seu primo riu e lhe deu o maço. Desde aquele dia nunca faltaram cigarros para John.
Olhou o relógio mais uma vez, tomou um gole do uísque e morreu.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
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